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Mediando o momento de transição entre a I e a II fase do Ensino Fundamental

Sugestões para Pais e Professores

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É chegado o grande momento pelo qual perpassa todos os educandos durante sua trajetória rumo à educação formal: o ingresso na II fase do Ensino Fundamental. O mesmo implicará em inúmeras mudanças, tais como ritmos de estudo, novos relacionamentos, entre outros fatores.

Torna-se inegável que tamanha ocorrência influirá também no comportamento dos alunos, uma vez que os mesmos poderão se sentir inseguros, com medo de não se adequarem à nova fase. Compartilharam por certo tempo com uma professora a qual ministrava todas as disciplinas, onde a afinidade com a mesma e com os colegas tornava-se cada vez mais fortalecida em função do tempo de convivência.

E a gora? Estarão aptos para romper com este elo tão fortalecido? Eis aí um desafio passível de grandes vitórias, bastando para isto uma preparação prévia entre família X escola, pois é fato que, em meio a essa dualidade, uma deve ser o complemento da outra para o bom desempenho pessoal e cognitivo.

Em relação à postura do educador frente às tomadas de decisões, o planejamento ocupa lugar de destaque a fim de que todos os objetivos propostos sejam concretizados de maneira satisfatória. E como já dito anteriormente, a nova fase perfaz-se de consideráveis obstáculos quando comparada à anterior, e no intento de atenuá-los, ressalta-se a seguir algumas metodologias dotadas de grande eficácia em meio a todo esse processo:


# Promover visitas monitoradas ao novo “espaço físico”, fazendo com que os alunos se interajam com as todas as dependências do mesmo, tais como laboratório de informática e de ciências, sala de vídeo, entre outros;

# Propor um encontro com os futuros educadores para que os mesmos possam divulgar sua proposta pedagógica, como também a didática por eles aplicada, procurando manter um ambiente descontraído, fazendo deste, um momento bastante proveitoso.

# Enfatizar sobre o dinamismo acerca do novo horário que prevalecerá para as aulas, atentando-se para a troca de professores a cada 45 minutos, e, sobretudo, a necessidade de se adequarem ao mesmo;

# Orientá-los quanto à importância da organização das tarefas, mantendo sempre a agenda atualizada e em perfeitas condições de uso;

# Instaurar uma relação de confiança mútua, fazendo com que se sintam seguros mediante as novas relações interpessoais, principalmente com o corpo docente, uma vez que esta se dará de forma mais heterogênea.

Essas e outras medidas amenizarão os impactos advindos da transitoriedade, e de certa forma, contribuirão para uma conduta plausível no que se refere a todos os aspectos durante toda a caminhada.

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

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