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Estratégias de ensino-aprendizagem

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Bombas enlatadas capazes de repor a força.

A bebida que ganhou a preferência do público jovem tem seus ingredientes revelados na forma de uma aula produtiva e envolvente de química. Estamos falando das bebidas energéticas, e a partir de agora iremos conhecer um pouco mais sobre as populares “baterias líquidas” para consumo humano.

Veja como explorar cada ingrediente das bebidas energéticas e transforme a aula de Química em uma alerta aos jovens.

Comece jogando aberto com a turma: Quem já ingeriu bebida energética? Questione ao usuário o porquê da preferência. Dentre as respostas com certeza ouvirá: porque é um estimulante, me deixa mais ligado e cheio de energia! Mas a maioria não sabe quais as substâncias presentes nestas “bombas enlatadas”.

Utilize uma embalagem do produto em questão para dar uma maior tonalidade ao assunto e destaque na mesma os ingredientes abaixo:

Cafeína: Qual o segredo das bebidas energéticas? Por que são potentes revigorantes? Se a turma responder que o ganho de energia é explicado pela presença de cafeína, já está no caminho certo, pois realmente este é um dos ingredientes estimulantes da bebida. Mas por que uma xícara de café não produz o mesmo efeito de um energético? Afinal, ambos contêm a mesma quantidade de cafeína.

Taurina: O ingrediente misterioso responsável por deixar a bebida com o apelido de “levanta defunto” vem do mundo animal, e prepare-se... não é nada apetitoso! Sêmen e testículos de Touro, estas proteínas garantem o diferencial energético. Mas espere: esta é a fonte original da substância, é claro que a forma usada em bebidas é a sintética (produzida em laboratório).

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Dióxido de carbono (CO2): este gás é adicionado à bebida para deixá-la efervescente.

Citrato de sódio: o azedinho das bebidas energéticas tem a explicação neste ingrediente químico sintético, na forma natural é encontrado em frutas cítricas como limão e laranja.

Perigos da ingestão de energéticos

Alerte seus alunos sobre as consequências do consumo da bebida juntamente com álcool. Segundo a pesquisadora Maria Lucia Formigoni, da Escola Paulista de Medicina em São Paulo, quando se ingere energéticos junto com bebidas alcoólicas, o primeiro tende a mascarar a sensação de embriaguez. Sendo assim, a pessoa exagera no álcool achando que está sóbrio.

As bebidas energéticas movimentam um mercado de 3.5 bilhões de dólares nos Estados Unidos, o público-alvo são jovens de 18 a 30 anos de idade.

Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola

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