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Para-Raios

Estratégias de ensino-aprendizagem

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O primeiro estudioso a desenvolver uma aplicação para a eletricidade foi Benjamim Franklin. Ele desenvolveu o para-raios, porque acreditava que na atmosfera existia eletricidade que se acumulava nas nuvens, e que dela eram originados os raios.

Então, o “poder das pontas” havia sido descoberto naquela época e era descrito como sendo uma propriedade dos condutores metálicos pontudos e, quando ligados a Terra, esses condutores eram capazes de descarregar corpos eletrizados que estivessem próximos, lenta e imperceptivelmente. Com base nisso, o estudioso se propôs a descarregar a eletricidade das nuvens por esse processo.

Para testar sua hipótese, Franklin planejou fixar uma vareta no alto da torre de uma igreja que estava em construção, mas ficou impaciente com a demora da obra e resolveu esquecer a torre. Decidiu soltar uma pipa com uma vareta presa à ponta. Quando a empinou próximo a nuvens de tempestade, conseguiu carregar um capacitor com uma descarga elétrica contínua que percorreu a linha que sustentava a pipa. Provou então, de forma incontestável, a existência da eletricidade na atmosfera e nas nuvens.

Pois bem, durante esta aula, você pode desafiar os alunos a realizarem o experimento da igreja que não foi concluído por Benjamim Franklin, para isso vocês irão precisar de:

• Cartolina
• Alfinete
• Papel de seda (embalagem de bala de aniversário)
• Canudo plástico
• Pedaço de madeira (para a base)

Para realizar o experimento, recorte em um pedaço de cartolina o perfil de uma igrejinha, prendendo na ponta da torre um alfinete como se fosse a ponta de um para-raios.

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Prenda uma tira de papel de seda de embalagem de bala, de forma que ela possa se elevar livremente (prefira que a parte das franjas fique solta)
 


Igreja com para-raios - Experimento de Franklin capaz de provar a existência da eletricidade na atmosfera e nas nuvens

 

Eletrize um canudo e aproxime-o da ponta do alfinete. Não toque no alfinete, haja como se o canudo fosse uma nuvem acima do para-raios.

Você deve observar que a partir de certa distância, em média 5 e 10 mm, as cargas do canudo passam pelo ar para o alfinete e para a igrejinha, com isso, a fita de papel de seda começa a se elevar.
 


Eletrização da igreja à distância

Isso mostra de forma fácil o poder das pontas, porque, tirando o alfinete, essa passagem de cargas elétricas à distância pelo ar não ocorre.
Dica: Refaça o experimento e compare.
 

Por Talita A. Anjos
Graduada em Física
Equipe Brasil Escola

Física - Estratégia de Ensino - Educador - Brasil Escola

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