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Raiva repentina nas crianças

Comportamento

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Os ataques de raiva fazem parte do crescimento da criança, porém os pais podem e devem educar.

A cena é a seguinte: a criança chora, grita, se atira ao solo, bate o pé. Você, pai, mãe, cuidador, deve se lembrar de pelo menos uma vez ter presenciado uma cena assim, e qualquer semelhança não é mera coincidência.

A birra é uma manifestação da criança frente aos limites estabelecidos a ela. Aquilo que provoca o ataque é sempre semelhante: a criança deseja muito algo ou não quer aceitar de forma alguma aquilo que vai contra a sua vontade. Porém, nem sempre é possível adaptar o dia a dia e educação à vontade da criança para evitar um desses ataques de raiva.

Em se tratando de serem os pais, os “espectadores” da cena, a situação é mais complicada, uma vez que se sentem responsáveis pela educação, agora podem experimentar a culpa pela mesma. Mas saiba que os ataques de raiva fazem parte do crescimento da criança, algumas os apresentam com menos freqüência, outras com mais. A criança de até três anos, tem uma vontade muito intensa, por isto muitas vezes os pais se vêem em um momento embaraçoso onde não conseguem evitar a birra. Mas podem ajudar a fazer com que ela passe mais rápido, distraindo a atenção da criança ao manifestá-la.

A criança percebe e entende quando os pais dizem não, mas resistem muito em obedecer e não conseguem controlar sua vontade. Porém, os pais podem e devem educar. Se a criança se queixar, deixe-a expressar, mas se a birra refere-se à recusa em fazer algo, imponha limites.

Ficar somente no diálogo pode não adiantar para a criança que está na faixa etária de até seis anos, que aprende a obedecer se for conduzida. Ela aprende que está na hora de comer, por exemplo, se os pais dizem e a coloca sentada para fazer sua refeição.

Além disso, cabe aos pais ensinar o filho a aceitar e superar as frustrações, assim estarão contribuindo para o seu amadurecimento, proporcionado uma convivência mais saudável com os futuros “nãos” que a vida lhe apresentará.

Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

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