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Mesada – aprendendo lidar com finanças

Orientação Escolar

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É comum hoje em dia a prática de dar mesada para os filhos. Porém, esse dinheiro não é uma quantidade suficiente para fazer as despesas que eles têm, motivo pelo qual várias crianças e adolescentes reclamam.

A mesada não deve ser dada para que o jovem faça suas despesas sozinho, mas para ensinar-lhe a administrar o dinheiro.

Alguns especialistas acreditam que a mesada só deve ser dada para aqueles que fazem uma tarefa específica, determinada pelos pais, contudo, outro lado defende que as crianças devem aprender a conviver com pequenas despesas para ir adquirindo responsabilidades desde cedo.

Os pais não devem apenas dar o dinheiro, pois se isso acontecer não poderão cobrar explicações sobre gastos mal feitos. É importante ajudar os filhos a conduzir suas compras e até mesmo reservar uma quantidade como economia.

Esses conceitos são importantes para a formação, pois será a partir deles que irão aprender a ter autocontrole, perceber que uma determinada quantia (salário) não dá para se fazer tudo o que quer, que existem prioridades na vida, como: contas a pagar e economias a fazer para possíveis eventualidades. Esse poderá ser o primeiro aprendizado que dará a oportunidade do jovem se conscientizar do valor do dinheiro e o quanto é difícil conseguir uma quantidade que satisfaça nossas necessidades.

É comum conhecermos pessoas que não tem controle sobre o que ganham, gastando mais do que o seu salário oferece. Se têm conta em banco estendem os gastos usando o limite de cheque especial, o que o levará a um ciclo vicioso que poderá criar sérias dificuldades para se livrar das dívidas.

Os jovens e crianças precisam aprender a lidar com isso, percebendo que não se pode gastar mais do que se ganha, deve saber lidar tanto com as dificuldades como com aquilo que é mais fácil, e perceber que estar com dinheiro na mão não quer dizer que seja obrigado a gastar. Com essas aprendizagens tanto os pequenos quanto os maiores, serão pessoas capazes de viver demonstrando diferenciar vontades de necessidades.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

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