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A importância da memorização na Geografia

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A maioria dos estudantes não conhece os países e as capitais da América do Sul.

Recentemente, toda a classe educacional critica o uso da memorização, popularmente conhecida por “decoreba”. É lógico que o estudo mecânico usando a memorização realmente não forma o censo crítico acerca do que se passa no espaço geográfico. A realização de práticas educativas vinculadas à memorização resulta em conhecimento limitado e fácil de cair no esquecimento.

No entanto, é importante verificar que para que o conhecimento de certas informações acerca do espaço geográfico seja assimilado é indispensável à necessidade de memorizar. A maioria dos alunos, tanto do ensino fundamental, como do ensino médio se encontram analfabetos geograficamente, tendo em vista que os mesmos não detêm o conhecimento dos pontos cardeais, não sabem identificar os continentes, nem tampouco citar os oceanos existentes no planeta, além disso, não conhecem nem mesmo quais são os Estados e as capitais brasileiras.

Informações dessa natureza não são concebidas de forma subjetiva, é preciso à repetição do estudo para que aconteça a assimilação, que deve ser praticada de maneira que não caia no esquecimento. É imprescindível aliar o conhecimento adquirido por meio da memorização com a compreensão crítica das informações. Em suma, nem uma estratégia de ensino é totalmente errada, o que deve ser observado é a forma como é conduzida pelo professor.

Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

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