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Internet e educação: uma parceria que dá certo
Internet e educação: uma parceria que dá certo

Se você é um educador nascido nos anos 90, 80 ou menos; muito provavelmente já fez pesquisas utilizando-se de enciclopédias e do famoso papel almaço (com ou sem pauta). Até meados da década de 90, poucas pessoas tinham acesso a computadores. Internet, então, era talvez uma palavra estranha para muitos.

Na atualidade, em nosso século XXI, o cenário é bem diferente. Para aqueles que já nasceram com uma relação íntima com essas tecnologias, utilizar tais ferramentas é quase automático. No entanto, há aqueles que têm dificuldades, ou até medo e resistência em lidar com elas. No contexto das escolas, acaba sendo algumas vezes paradoxal a forma com que estudantes e educadores veem tais recursos.

Considerando tais fatos e a realidade de muitos educadores; escrevo este texto com o intuito de fornecer, a eles, algumas dicas para que a internet possa ser utilizada a seu favor.

Primeira dica: certificando se aquele trecho, tão bem escrito, foi realmente elaborado pelo aluno.

Com o intuito de permitir com que seus alunos se aprofundem em um tema, ou mesmo aprendam a pesquisar; solicitar a confecção de trabalhos pode ser uma boa escolha. No entanto, caro professor, fique atento: caso perceba frases ou trechos desconexos e/ou que, bruscamente, a linguagem se torna diferente; é interessante avaliar se se trata de plágio ou não. Para fazer isso, basta copiar um fragmento significativo do trecho, colocá-lo em um buscador (como o Google), e se certificar.

Por exemplo:

Trecho escrito em um trabalho: “Nosso país é campeão mundial de reciclagem de latinhas de alumínio e recicla cerca de 37% do papel que produz mas, infelizmente, este título é proveniente das péssimas condições de vida que alguns brasileiros vivem, tendo a reciclagem como fonte de renda.”

Plágio

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Neste caso em questão, trata-se, realmente, de plágio.

Uma sugestão para facilitar essa revisão é solicitar que os alunos enviem o trabalho por email, ou gravado em um CD.

Segunda dica: utilizando blogs como canal de informação e comunicação.

Blogs são páginas da internet que não exigem um grande conhecimento de informática para utilizá-las. Neles, você pode escrever textos, enviar fotos, vídeos, etc. Usando a criatividade, blogs podem ser utilizados para publicar trabalhos, fazer concursos, entrar em contato com outras instituições de ensino etc. E o melhor: eles podem ser administrados tanto por você quanto pelos alunos (ou por todos vocês). Caso ainda não se sinta à vontade para gerenciar tal página, pode pedir dicas para o técnico de informática da escola, ou mesmo para um aluno.

Terceira dica: criação de fóruns de discussão.

Neste link   você tem acesso a um serviço de hospedagem de fóruns, gratuito. Assim, poderá desenvolver pautas de discussão com seus alunos sobre os mais variados temas. Além disso, pode ser criado um fórum para que os estudantes tirem suas dúvidas, e troquem ideias entre si, a respeito de algum tema da aula que não compreenderam bem, ou mesmo aquela tarefa de casa. Fique atento àqueles que pedem, ou fornecem, respostas prontas.

Quarta dica, especialmente para os educadores das Ciências: ScienceBlogs

Neste endereço   você acessa o ScienceBlogs – ciência, cultura, política. Lá você encontra mais de trinta blogs de ciências: excelentes fontes de divulgação científica para os educadores dessa área. Levando em consideração a jornada dupla ou tripla que muitos educadores devem enfrentar para receberem um salário compatível com outros profissionais com o mesmo nível de formação; basta somente um só clique na referida página para você encontrar temas bastante atuais, e com certeza a de que se trata de conteúdos escritos por gente que entende de ciências.

Quinta dica: mãos à obra!


Por Mariana Araguaia
Bióloga, especialista em Educação Ambiental
Equipe Brasil Escola

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