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Jogo da Independência

Estratégias de ensino-aprendizagem

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Uma atividade lúdica para compreender o processo de Independência do Brasil.


Para que os alunos possam compreender melhor os principais fatos que marcaram a Independência do Brasil, o professor pode trabalhar com um interessante jogo capaz de reforçar os principais pontos que marcaram esse rico processo histórico. Para tanto, o professor precisa primeiramente ter trabalhado e demonstrado em aulas expositivas toda história da independência desde o contexto das Guerras Napoleônicas, até a proclamação às margens do Rio Ipiranga.

Dessa maneira, o jogo tem como principal utilidade fixar conteúdos trabalhados por meio de uma atividade lúdica capaz de reforçar o trabalho coletivo dos alunos. Para organizar a atividade, o professor necessita de algumas folhas de cartolina, tesoura, canetinha e fita adesiva para que o jogo seja montado. Primeiramente o professor deve recortar as folhas de cartolina em fichas com diferentes cores. Depois disso, ele deve organizar um roteiro de palavras-chave para cada um dos grupos participantes.

O objetivo principal do jogo é fazer com que o aluno consiga organizar as fichas de modo a conseguir remontar os principais fatos históricos que marcaram o processo de independência do Brasil. Preferencialmente, o professor pode distinguir a seqüência correta das fichas utilizando uma cor diferente para as palavras relacionadas ao começo, o meio e o fim da história da Independência. A diferenciação em cores tem como objetivo facilitar o desafio e permitir maior jogabilidade para os alunos.

Se possível, o professor pode criar três ou mais conjuntos iguais de ficha para que a competição seja feita entre grupos. Após a formação dos grupos, o professor estipula um tempo onde cada um dos grupos, ao mesmo tempo, vai organizar as fichas em uma seqüência coerente aos acontecimentos que marcaram o processo de independência. Para avaliar a atividade, o professor pode pré-estabelecer uma contagem de pontos para cada ficha colocada de forma correta no esquema montado pelos alunos.

Depois que os grupos cumprirem a atividade, o professor pode corrigir o esquema montado por cada um dos grupos junto com toda a sala, permitindo que o conteúdo seja rememorado. Com o fim da atividade os alunos passam a ter maior habilidade para elaborar fichamentos sobre um determinado assunto e, principalmente, compreender a organização dos fatos na linha espaço-temporal.


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola


História - Estratégias de Ensino - Educador - Brasil Escola

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