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Animação sobre o Monte Everest

Estratégias de ensino-aprendizagem

O uso de uma animação sobre a formação do Monte Everest pode auxiliar os alunos a melhor visualizarem a ação sobre as Placas Tectônicas.
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O tema das Placas Tectônicas nas aulas de Geografia é sempre desafiador para o professor dessa disciplina, principalmente por ser considerado um assunto “difícil” pela maioria dos estudantes, apesar de sua evidente simplicidade quando abordado em nível médio. De toda forma, aparentemente, essa complexidade do tema para os alunos deve-se, em partes, à dificuldade que eles possuem de enxergar a forma como as ações do tectonismo interferem na formação e transformação do relevo terrestre.

Um recurso que o professor poderá utilizar é a apresentação de uma animação, demonstrando o processo de formação do Monte Everest em sala de aula. Através de um projetor de imagens ou até do laboratório de informática, o professor poderá executar de maneira prática essa atividade.

Primeiramente, é preciso explicar algumas questões básicas sobre o Monte Everest. Trata-se da montanha mais alta do mundo em relação ao nível do mar, com uma altitude que alcança os 8.448 metros. Ele localiza-se na Cordilheira do Himalaia, uma cadeia de montanhas situada na Ásia, envolvendo os territórios do Nepal, China, Índia, Butão e Paquistão.

É importante lembrar que não tão somente o Monte Everest é produto da interação entre duas placas tectônicas, mas a Cordilheira do Himalaia como um todo. É o mesmo caso que acontece, por exemplo, com os Alpes, na Europa, e com a Cordilheira dos Andes na América do Sul.

Após uma breve introdução sobre as características gerais do Monte Everest, o professor já poderá iniciar a apresentação da animação na sala de aula, que pode ser acessada através deste link. A autoria desse trabalho é da Discovery Channel.

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Na tela, a apresentação deverá aparecer da seguinte forma:

Reprodução da animação conforme deverá aparecer na tela
Reprodução da animação conforme deverá aparecer na tela

Na porção inferior da tela, haverá a opção de pausar ou continuar a animação sempre que necessário. Há também os oito momentos da apresentação que falam, respectivamente, da localização, das placas tectônicas, do que ocorre quando duas placas colidem, da ação da Placa Indiana com a Placa Asiática (que deu origem ao Himalaia), do surgimento da cordilheira, da elevação do Everest, do seu constante crescimento e da situação atual desse acidente geográfico.

Ao acompanhar com os alunos os oito passos, procure verificar – através do diálogo e de algumas perguntas – como eles conseguem visualizar a relação entre o movimento das placas tectônicas com a formação do Monte Everest. Se necessário, revise as etapas da animação para melhor esclarecer eventuais dúvidas.

O uso de animações em sala de aula é um recurso importante, pois, quando o estudante visualiza os fenômenos terrestres, ele associa melhor os conceitos à imagem observada, o que é importante para ajudar a compreender melhor a dinâmica dos acontecimentos e manifestações geomorfológicas.


Por Rodolfo Alves Pena
Graduado em Geografia

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